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Descargas Atmosféricas

Descargas atmosféricas podem ocorrer da nuvem para o solo, do solo para a nuvem, dentro da nuvem, da nuvem para um ponto qualquer na atmosfera, denominados descargas no ar, ou ainda entre nuvens. As descargas nuvem-solo, também denominados raios, são as mais estudadas devido ao seu caráter destrutivo. Logo, os para-raios são instalados para descargas atmosféricas nuvem-solo, pois são estas descargas que podem causar danos materiais ou matar pessoas.

O para-raios

Um para-raios é um SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) que tem como objetivo encaminhar a energia do raio, desde o ponto que ele atinge a edificação até o aterramento. Ao contrário do que o nome dele sugere, o SPDA não pára raios, não atrai raios e nem evita que raios caiam.

As proteções existentes

Um SPDA Externo protege a edificação e as pessoas que estão dentro desta edificação. O SPDA Interno, composto por dispositivos de proteção contra surtos (DPS's) e diversos elementos de equipotencialização, protege os equipamentos e sistemas elétricos existentes na edificação.

Equipamentos eletroeletrônicos

O SPDA Interno tem como finalidade proteger os equipamentos, pois quando estes são ligados na rede elétrica ou telefônica, trazem energia indesejada da rede elétrica ou telefônica, através dos fios conectados, para dentro da edificação.

Funcionamento do para-raios

Os para-raios são dimensionados para proteger edificações de forma individual, ou seja, a proteção fica restrita à edificação para a qual foi projetado o sistema de proteção.

A obrigatoriedade do uso do para-raios

A Norma Regulamentadora n.º 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, do Ministério do Trabalho e Emprego, amparada pelo Inciso VIII do Artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor - Lei nº 8.078 de 11 de Setembro de 1990, lei federal, exige que todas as edificações possuam para-raios.